Equipa do projeto Biomares

Centro de Ciências do Mar do Algarve

Coordenação Científica

Karim Erzini, doutorado e professor da Faculdade de Ciências do Mar e Ambiente, da Universidade do Algarve e membro da Direcção do CCMAR. Especialista em pescas costeiras tem vasta experiência de coordenação de equipas de investigadores e projectos de investigação relacionados com o mar. Amante de pesca desportiva e exímio pescador à linha não hesita, porém, em afirmar a necessidade de se imporem limites na utilização dos recursos naturais. No Biomares além da coordenação científica geral do projecto coordena as acções relacionadas com a caracterização e avaliação das pescas profissional e lúdica.

 
Ester Serrão, doutorada e professora da Faculdade de Ciências do Mar e Ambiente, da Universidade do Algarve e membro da Direcção do CCMAR. A sua área de especialização é a genética, conservação e evolução de plantas marinhas tendo vasta experiência na coordenação de projectos científicos nacionais e internacionais. No Biomares além da coordenação científica geral do projecto coordena as acções relacionadas com a manutenção da diversidade genética das populações transplantadas.

 

Coordenação Executiva

Alexandra H. Cunha, doutorada em modelação ecológica pela Universidade de Auburn, EUA, e investigadora do CCMAR. Especialista em ecologia de pradarias marinhas, com experiência em conservação da natureza é responsável por levar a bom termo a execução do projecto. As suas competências incluem coordenar a execução das tarefas de todos os parceiros, o cumprimento dos prazos, a representação do projecto em diversas actividades de divulgação e a execução dos relatórios. Devido ao seu interesse especial em ecologia e conservação das pradarias marinhas é responsável pela tarefa da recuperação das mesmas através dos transplantes e das outras medidas de gestão ambiental.

 

Gestão financeira

Jimmy James, licenciado em Gestão pelo Instituto Superior de Gestão (ISG), com formação de um ano na Amsterdam School of Business, Pós-Graduado pela Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve. Experiência profissional em Gestão de Produto, Técnico Oficial de Contas e Gestor Financeiro na área de projectos de I&D.

 

Equipa técnica

Diogo Paulo, mestre em Biologia Marinha pela Universidade do Algarve, tem experiência de trabalho em ecofisiologia vegetal marinha e investigação científica em meio subaquático na área da ecologia e conservação marinha. Integra a equipa de mergulhadores do projecto, sendo responsável pela execução e acompanhamento da tarefa de transplante das plantas marinhas.

 
Joana Boavida, mestre em Biologia Marinha pela Universidade do Algarve, tem experiência de trabalho em investigação científica em meio subaquático e na área da modelação em ecologia e conservação marinha. Integra a equipa de mergulhadores do projecto com a função de acompanhar as campanhas de transplante de plantas marinhas.

 

Sandra Rodrigues, licenciada em Biologia Ambiental, variante Marinha pela Universidade de Lisboa e Mestre em Ecologia Marinha pela Faculdade Ciências da Universidade de Lisboa. É bióloga, com formação em mergulho científico e conhecedora dos fundos do Parque Marinho devido à sua tese de mestrado sobre gorgónias, com aplicações para a conservação e gestão do Parque. Integra a equipa de mergulhadores do projecto com a função de acompanhar as campanhas de transplante de plantas marinhas.

 
Diogo Sayanda, licenciado em Biologia Aplicada aos Recursos Animais (Variante Marinhos). Tem 5 anos de experiência em estudos científicos de genética molecular, filogeografia e dinâmica de populações, filogenética e conservação de espécies, e 4 anos de experiência como técnico e responsável em projectos empresariais de biologia aplicada no âmbito de Avaliação de Impacte e Monitorização Ambiental, caracterização e avaliação do estado de conservação de sistemas de águas interiores e estudos de caracterização de comunidades de vertebrados terrestres e aquáticos. Sendo o mar e conservação da natureza dois dos seus maiores interesses integrou a equipa de mergulhadores do BIOMARES com a função de acompanhar os transplantes de plantas marinhas.

 
Francisco Rocha Pires, mestre em biologia marinha pela Universidade do Algarve com especialização em Ecologia e Conservação Marinha. Realizou a sua tese de mestrado em taxonomia e distribuição de esponjas marinhas na costa sul do Algarve inserido no projecto RenSub (CCMAR). Tem experiência em investigação científica em meio subaquático nomeadamente em mergulho científico. Integra a equipa de mergulhadores do projecto com a função de acompanhar as campanhas de transplante de plantas marinhas.

 
Marina Mendes, mestre em Biologia Marinha pela Universidade do Algarve, e com Diploma de Estudos Avançados em Território, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável pela Universidade Nova de Lisboa. Tem experiência em trabalhos no âmbito da ecologia de aves marinhas e, recentemente, participou em projectos de avaliação biológica para a exploração sustentável de recursos marinhos e na monitorização de uma reserva marinha de interesse pesqueiro (Galiza). Integra a equipa de recuperação das pradarias marinhas do Portinho da Arrábida.

 
Inês Sousa, licenciada em Biologia Marinha, actualmente a realizar o Mestrado com especialização em Ecologia e Conservação Marinha pela Universidade do Algarve. Tem experiência de trabalho em projectos de ecologia marinha e monitorização de comunidades piscícolas. Integra a equipa do Biomares onde desempenha a função de realizar as campanhas de pesca experimental e acompanhar eventos de pesca comercial, com o objectivo de estudar o efeito de do plano de ordenamento a nível dos recursos pesqueiros.

 
Henriques Folhas, licenciado em Biologia e Mestre em Ecologia Marinha pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. É biólogo com formação em mergulho científico, conhecedor do fundo do Parque Marinho onde se especializou no estudo do crescimento dos peixes criptobênticos. Actualmente participa num estudo sobre a importância das algas na ecologia e recrutamento de peixes. Integra a equipa de mergulhadores do projecto com responsabilidades na execução da tarefa de avaliação dos benefícios de conservação e restauração de habitats, através da monitorização de indicadores do estado do ecossistema.

 
Gustavo Franco, licenciado em Biologia Ambiental, variante Marinha pela Universidade de Lisboa e Mestre em Ecologia Marinha pela Faculdade Ciências da Universidade de Lisboa. Tem formação em mergulho científico e é conhecedor do fundo do Parque Marinho devido à sua tese de mestrado sobre a importância das algas no recrutamento de peixes costeiros, e pela sua participação no projecto de investigação de avaliação do impacto da alga invasora Asparagopsis armata na comunidade de algas e peixes do Parque Marinho da Arrábida. Integra a equipa de mergulhadores do projecto Biomares com responsabilidades na execução da tarefa de avaliação dos benefícios de conservação e restauração de habitats, através da monitorização de indicadores do estado do ecossistema.
Colaboradores

 
Rui Santos é professor da Faculdade de Ciências do Mar e Ambiente, da Universidade do Algarve e investigador do CCMAR. Neste projecto é responsável por coordenar a tarefa de investigação e germinação de sementes e produção de plantas adultas a partir das mesmas e pela obtenção de plantas a partir de tecidos vegetais.

 

Susana Cabaço, doutorada investigadora do CCMAR. Especialista em ecologia de pradarias marinhas e com experiência na reprodução em laboratório de sementes de ervas marinhas, é responsável pela tarefa da germinação das sementes e produção de plantas adultas a partir das mesmas.

 

Onno Diekmann, doutorado em genética e investigador do CCMAR, com experiência em genética de plantas e animais marinhos. Colabora na tarefa de caracterização e controlo da origem genética das populações dadoras de ervas marinhas, de modo a que seja mantida a diversidade genética das populações transplantadas e das sementes usadas no projecto.
Jorge Gonçalves, doutorado em biologia pesqueira é investigador do CCMAR, e colabora no projecto ao nível da tarefa de caracterização das artes da frota de pesca artesanal e da da pesca desportiva.

 
Rita Borges, doutorada em Ecologia Marinha pela Universidade do Algarve tem larga experiência na identificação das larvas dos peixes do Parque Marinho da Arrábida; colabora no Biomares na compreensão da importância que as pradarias marinhas e o habitat rochoso têm como habitats de assentamento para as larvas dos peixes costeiros e no impacto que o processo de restauração das pradarias marinhas pode ter nos padrões de recrutamento e dinâmica destas populações.

 
Pedro Neves, licenciado em Biologia Marinha e Pescas pela Universidade do Algarve, Mergulhador-Chefe na U.Alg. e com uma vasta experiência em mergulho científico. Colabora no projecto como consultor técnico na área do mergulho e como mergulhador, ajudando em diversas tarefas.

 

Isidoro Costa é um pescador profissional, que colabora com o Grupo de Investigação Pesqueira do Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve há cerca de 10 anos. Actualmente é Técnico de Pesca e está integrado em todos os projectos que estão a ser realizados por este Grupo de Investigação. A sua experiência de mar, sobretudo no que diz respeito à operação de artes de pesca, faz com que seja indispensável para a realização de uma série de trabalhos de mar.

 
Bárbara Horta e Costa, mestre em Biologia Marinha pela Universidade do Algarve. Encontra-se a realizar o seu doutoramento associado ao Biomares, sob a orientação do Professor Doutor Emanuel Gonçalves (ISPA), do Professor Doutor Karim Erzini (UALG) e da Doutora Jennifer Caselle (Marine Sciences Institute, UCSB). Com este trabalho pretende avaliar a eficiência do Parque Marinho da Arrábida na comunidade de peixes de recife rochoso, comparando os dados prévios à protecção e entre as diferentes áreas de protecção estabelecidas.

 

Instituto Superior de Psicologia Aplicada

Emanuel Gonçalves é professor e investigador do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA). É responsável por coordenar a equipa de monitorização dos efeitos das medidas de conservação e gestão do projecto. Detém um profundo conhecimento sobre a zona marinha da Arrábida e já coordenou muitos estudos sobre a biodiversidade marinha do local.
Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB)

 
Miguel Henriques, licenciado em Biologia e responsável pela gestão do Parque Marinho Luiz Saldanha. É o responsável pelas tarefas da instalação das poitas de amarração ‘amigas do ambiente’, da doca no Portinho da Arrábida, e pela marcação e vigilância das zonas dos transplantes. Partilha com a Cristina Girão Ferreira a tarefa de instalar a exposição no Museu Oceanográfico e a exposição itinerante, bem como outras tarefas de divulgação dentro do Parque Natural.

 
Cristina Girão Vieira é Bióloga, Pós-Graduada em Educação Ambiental (EA), com vasta experiência e livros publicados, tendo representado o Min. do Ambiente no Grupo de Peritos de EA, em Bruxelas. No Biomares é uma das responsáveis por parte dos conteúdos da página Internet, exposições e outras actividades de EA.

 

Mafalda Gaspar Anjos é funcionária do Parque Natural da Arrábida. Dá apoio ao projecto Biomares nas actividades de informação e sensibilização, recebendo o público e explicando o projecto. Participa nas actividades de educação ambiental nas escolas.

 

Jorge Martins é funcionário do Parque Natural da Arrábida e está destacado parcialmente para dar apoio ao projecto BIOMARES, especialmente no âmbito do apoio logístico no museu e nas saídas de mergulho.

 

Sandra Moutinho, licenciada em Zoologia pela Universidade de Bristol, é responsável pelas Relações Públicas do ICNB, em particular o relacionamento com a Imprensa. Acompanha a comunicação relacionada projecto Biomares.

 

O Instituto Nacional de Recursos Biológicos

Victor Henriques, engenheiro e Investigador Auxiliar no IPIMAR é responsável pela tarefa de caracterização e cartografia da morfologia e natureza dos fundos do Parque Marinho da Arrábida e zonas circundantes até à batimétrica dos 100 metros baseada em meios acústicos, tendo como objectivo melhorar o conhecimento sobre a distribuição espacial dos habitats marinhos presentes que contribua para uma gestão mais eficiente desta área protegida.

 
Miriam Helena Tuaty Guerra, licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade Clássica de Lisboa, desenvolve a sua actividade de I&D no laboratório de fauna bentónica do Departamento de Ambiente Aquático do IPIMAR, designadamente em ecologia e taxonomia. No projecto Biomares é responsável pela caracterização biosedimentar do Parque Marinho da Arrábida e monitorização dos macroinvertebrados bentónicos na área de transplante das plantas marinhas e área adjacente.

 
Maria José Carriça Luís Gaudêncio, é licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade Clássica de Lisboa. A sua actividade profissional, centrada no desenvolvimento de estudos ecológicos e taxonómicos, tem sido levada a cabo no laboratório de fauna bentónica do Departamento de Ambiente Aquático do IPIMAR. No projecto Biomares colabora no estudo dos sedimentos superficiais e dos povoamentos de macroinvertebrados bentónicos.

 
Isabel Sobral, Investigadora Auxiliar no IPIMAR (CRIP-Centro) é responsável pela efectuação das actividades de pesca a realizar ao longo do parque e da consequente identificação de espécies e amostragem biológica que constitui uma das componentes da caracterização e delimitação de habitats do Parque Marinho da Arrábida.

 
Aida Campos, doutorada e Investigadora Auxiliar no IPIMAR, colabora nas actividades de processamento e análise de dados referentes à caracterização de fundos do Parque Marinho da Arrábida.

 

Equipe técnica do IPIMAR

Miguel Quintans, engenheiro naval e técnico no IPIMAR, é responsável pela manutenção e operação dos equipamentos utilizados na recolha de informação durante as campanhas de mar e colabora na recolha, processamento e análise de dados e na construção de cartografia.

 
António Manuel Antunes Pereira é técnico do laboratório de fauna bentónica do Departamento de Ambiente Aquático do IPIMAR. Colabora nas campanhas de mar para recolha de amostras de sedimento e, em laboratório, tem a seu cargo a triagem dessas mesmas amostras para separação da fauna e a execução de diversas técnicas conducentes à identificação dos tipos sedimentares e à determinação dos teores de matéria orgânica total dos sedimentos superficiais.

 
Tereza Fonseca é licenciada em Biologia e bolseira, e será responsável pela implementação e manutenção da bases de dados referentes à caracterização dos fundos marinhos do Parque Natural da Arrábida.

 

Consejo Superior de Investigaciones Cientificas

Carlos M. Duarte, doutorado e especialista em ecologia litoral, investigador do departamento de recursos naturais do IMEDEA-CSIC, Espanha, é responsável pela tarefa de desenvolvimento e validação dos modelos matemáticos de desenvolvimento das pradarias marinhas.

 
 
Núria Marbá doutorada e especialista em ecologia litoral, investigadora do departamento de recursos naturais do IMEDEA-CSIC, Espanha, é responsável pela tarefa de desenvolvimento e validação dos modelos matemáticos de desenvolvimento das pradarias marinhas.

National Oceanic and Atmospheric Administration

 
Mark Fonseca, doutorado em biologia e investigador do NOAA / Centro de Investigação das Pescas e Habitats é reconhecido a nível mundial, como o maior especialista em recuperação de pradarias marinhas e ecossistemas estuarinos.

 
 
 
Manuel Merello, é técnico assistente de investigação no Instituto de Investigação Marinha da Florida, EUA. Tem grande experiência em trabalho científico subaquático e é considerado um especialista em recuperação de ecossistemas subaquáticos. O Manuel esteve no Parque Marinho da Arrábida a ajudar a equipa do Biomares a iniciar a recuperação das pradarias marinhas. A sua ajuda foi essencial para que o CCMAR levasse a bom termo a primeira campanha dos transplantes!


Outros Colaboradores

Tânia Salsinha é licenciada em Design de Comunicação, sendo responsável pelo design gráfico de alguns dos objectos de comunicação do projecto.

Conselho Executivo e Conselho Científico

Participam os responsáveis pelas parcerias, colaboradores e investigadores em ecologia marinha. Estes conselhos reúnem de 3 em 3 meses e de 6 em 6 meses, respectivamente, para avaliar a progressão do projecto e tomar decisões sobre o seu funcionamento.

Assembleia Geral

Assembleia Geral reúne uma vez por ano com todos os participantes para avaliação do andamento do projecto.


Equipa
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